
De repente deu vontade de um abraço.
Uma vontade de entrelaço, de proximidade..
de amizade.sei lá..
Talvez um aconchego que enfatize a vida
e amenize as dores...
Que fale sobre os amores,
que seja teimoso e ao mesmo tempo forte.
Deu vontade de poder rever
saudade de um abraço.
Um abraço que eternize o tempo
e preencha todo espaço,
mas que faça lembrar do carinho,
que surge devagarzinho
da magia da união dos corpos,
das auras..sei lá..
Lembrar do calor das mãos
acariciando as costas a dizer..
"estou aqui."
Lembrar do trançar dos braços
envolventes e seguros afirmando
"estou com você"..
Lembrar da transfusão de forças
com a suavidade do momento
..sei lá..
abraço...abraço...abraço...
abraço...abraço..abraço...
abraço...abraço...abraço...

Oi Pessoal,
Esse video Fala muito ao meu coração e relata exatamente o que o SENHOR FAZ POR NÓS...
é muito emocionante amo vcs!
Para Refletir...(30/07/08)
Quem Está No Controle?
Melhor é o que tarda em irar-se do que o poderoso"
(Provérbios 16:32)
Dwight D. Eisenhower comandou um exército e foi Presidente
dos Estados Unidos. Mas quando Eisenhower era uma criança,
ele tinha um temperamento explosivo. Quando, um dia, seus
pais não lhe deixaram fazer algo junto com os irmãos mais
velhos, ele enfureceu-se. Ele correu para o lado de fora e
começou a socar iradamente o tronco de uma macieira. A
seguir ele se lembra apenas de seu pai agarrando-o,
sacudindo-o energicamente e dando-lhe uma surra. Ele foi
colocado de castigo no quarto sem o jantar. Alguns instantes
mais tarde, sua mãe entrou no quarto, lavou seus ferimentos
e fez curativo em sua mão. Naquele momento Dwight Eisenhower
tomou a decisão de que, para o resto de sua vida,
controlaria sua raiva e a sua raiva não o controlaria. Este
foi um dos momentos mais decisivos de sua vida.
Quem está controlando nossas vidas? Deixamo-nos dirigir por
forças nocivas ao nosso bem-estar ou compreendemos que somos
filhos de Deus e que precisamos glorificá-lo em todas as
circunstâncias?
Quando nos subjugamos ao ódio, perdemos a grande bênção de
viver em paz. Quando deixamos que o egoísmo ocupe um lugar
de direção em nossas almas, perdemos a grande bênção do
amor. Quando a indiferença gerencia nossos anseios, perdemos
a grande bênção de ser uma bênção nas mãos do Salvador.
Quem está no controle de nossas vidas? A capacidade de ver
os defeitos dos outros? A vaidade que sugere que somos os
únicos capazes diante da incompetência de todos? O mundo que
sufoca nossos sonhos e expulsa nossa felicidade? Se a
resposta for "sim", até quando?
Está na hora de dizermos "basta!" Não os queremos tolerar
mais. Somos edifícios santos, construídos para morada do
Espírito Santo de Deus. Ele sim deve estar controlando todas
as nossas atitudes e mostrando-nos a maneira certa de traçar
o nosso caminho em direção à vida de eterna felicidade.
Quem está no controle de sua vida?
Paulo Barbosa
Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida. Eu não aceito glória que vem dos homens; sei, entretanto, que não tendes em vós o amor de Deus. Eu vim em nome de meu Pai, e não me recebeis; se outro vier em seu próprio nome, certamente, o recebereis. João 5v 39 a 43
Ao ler essa passagem e ver a forma como Jesus fala aos judeus que estavam O julgando porque Ele dizia ser Filho de Deus, fiquei muito pensativa... Aqueles judeus eram fervorosos, fiéis à lei que Moisés havia deixado, e que era a lei que Deus havia dado a Moisés... batiam no peito dizendo-se politicamente e religiosamente corretos... E lá estavam eles, frente ao Filho de Deus, Jesus Cristo, e o que eles ouviam do Salvador?
- Sei entretanto que não tendes em vós o amor de Deus...
Aqueles judeus devem ter achado isso um absurdo... consigo imaginar as expressões do rosto deles ao ouvir "aquele homem", segundo eles, blasfemador, falando que eles não tinham do amor de Deus.
Jesus está vendo agora suas ações, o que você está fazendo, pensando ou desejando fazer. Ele sabe quais são seus planos e sonhos, Ele conhece sua vida, sabe o que você sabe, e o que você vai saber. Qual seria a frase de Jesus a seu respeito hoje?? O que Jesus falaria neste momento sobre você??
03/06/2004
Tudo está em silêncio. É cedo. Meu café está quente. O céu ainda está escuro. O mundo continua dormindo. O dia se aproxima.
Em poucos momentos chegará o dia. Aproximar-se-á rugindo pela via ao levantar-se o sol. A quietude da madrugada se converterá no barulho do dia. A calma da solidão será substituída pelas batidas rítmicas dos passos da raça humana. O refúgio matutino será invadido pelas decisões que devam ser tomadas e pelas obrigações que devem ser cumpridas.
Durante as próximas doze horas ficarei exposto às exigências do dia. Agora é o momento em que devo tomar uma decisão. Por causa do Calvário, tenho a liberdade de decidir. Então decido.
Escolho o amor...
Nenhuma ocasião justifica o ódio; nenhuma injustiça autoriza a amargura. Escolho o amor. Hoje amarei a Deus e o que Deus ama.
Escolho o gozo...
Convidarei meu Deus para ser o Deus da circunstância. Recusarei a tentação de ser cínico... a ferramenta do pensador preguiçoso. Recusarei considerar as pessoas menos que seres humanos, criados por Deus. Recusarei ver nos problemas algo menos que uma oportunidade de ver a Deus.
Escolho a paz...
Viverei tendo sido perdoado. Perdoarei para poder viver.
Escolho a paciência...
Passarei por cima dos inconvenientes do mundo. Em vez de amaldiçoar ao que ocupa o lugar que me corresponde, o convidarei para que assim o faça. Em vez de queixar-me porque a espera é demasiado longa, agradecerei a Deus por um momento para orar. Em vez de fechar meu punho diante de novas tarefas agendadas, as encararei com gozo e valor...
Escolho a amabilidade...
Serei amável com os pobres, pois estão sozinhos. Amável com os ricos, pois têm temor. E amável com os malvados, pois assim me tratou Deus.
Escolho a bondade...
Prefiro estar sem um dólar antes de aceitar um de forma desonesta. Prefiro ser ignorado antes que me jactar. Prefiro confessar antes que acusar. Escolho a bondade.
Escolho a fidelidade...
Hoje guardarei minhas promessas. Meus credores não se lamentarão de sua confiança. Meus associados não questionarão minha palavra. Minha esposa não questionará meu amor. E meus filhos nunca terão temor de que seu pai não volte a casa.
Escolho a mansidão...
Nada se ganha pela força. Escolho ser manso. Se levantar minha voz, que somente seja em louvor. Se fechar meu punho, que somente seja em oração. Se fizer exigências, que somente sejam para mim mesmo.
Escolho o domínio próprio...
Sou um ser espiritual. Depois de que tenha morrido este corpo, meu espírito levantará vôo. Nego-me a permitir que o que vai apodrecer governe o eterno. Escolho o domínio próprio. Só me embriagarei do gozo de Deus. Só me apaixonará a minha fé. Somente Deus terá influência sobre mim. Somente Cristo me ensinará. Escolho o domínio próprio.
Amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. A estes encomendo meu dia. Se tiver êxito, agradecerei. Se falhar, buscarei Sua graça. E depois, quando este dia tiver acabado, colocarei minha cabeça sobre meu travesseiro e repousarei.
Escolho a Deus.
José sonhou e viveu os sonhos de Deus
Referênciasð Gênesis 37, 39, 40 e 41
Texto básicoð Gênesis 41v 25 a 56
ð José era um jovem com habilidades notáveis
Com 17 anos de idade, José já era um jovem que demonstrava sua habilidade em administrar as coisas. Sua responsabilidade era evidente, e apesar de ser o mais novo dos 12 filhos de Jacó, já tomava conta dos afazeres do pai, quando seus irmãos faziam algo errado no serviço, era José quem ia levar o acontecido até Jacó (37v 1 e 2).
ð Através da dor, foi levado a um caminho onde suas habilidades poderiam ser moldadas
O fato de ser tão estimado por Jacó, tanto pelo fato de ser o filho de sua velhice (37v 3), como pelo fato de demonstrar ser alguém confiável e responsável, fazia com que os irmãos invejassem José. Tanto que, quase o mataram, mas decidiram vender o irmão para uns ismaelitas que passavam por perto do lugar onde tinham amarrado José e o jogado dentro de um poço (37v 12 a 36).
Os ismaelitas, ao chegarem no Egito, venderam José para Potifar, que era capitão da guarda do rei do Egito. Na casa de Potifar, José também mostrou sua responsabilidade, e habilidade em administrar, ficando responsável pela casa de Potifar, e por todos os seus bens.(39v 1 a 6).
Mais tarde, preso porque fugiu das mãos da mulher de Potifar que o convidava para se deitar com ela, deixando sua capa, José conquistou a simpatia do carcereiro e passou a liderar todos os presos (Gênesis 39v 21 a 23). E é na cadeia, que José interpreta o sonho do copeiro e do padeiro do rei, tendo a oportunidade de chegar até o rei do Egito, dois anos depois de ser preso, quando o rei tem um sonho e que nenhum dos sábios do país soube interpretar (41v 1). O copeiro então fala de José ao rei, que chama José até o palácio, e assim tem seu sonho interpretado. Mas José deixa bem claro que era Deus quem dava a Ele a capacidade de interpretar os sonhos, e que somente Deus poderia permitir isso.
ð Aprendeu que Deus devia ser glorificado em sua vida.
José poderia ter interpretado o sonho do rei, virado as costas e ter ido embora. Mas José além de interpretar o sonho, ainda deu ao rei soluções práticas para resolver o problema (41v 33 a 36). E o rei diz:
“Não poderíamos achar ninguém melhor para dirigir o país do que José, um homem em quem está o Espírito de Deus” (41v 38)
E José passou a ser o governador de todo o Egito (41v 41), sendo apenas subordinado ao rei. E José podia contemplar então, a visão que Deus deu o deu em sonhos com 17 anos de idade, se cumprir quando tinha 30 anos de idade. São 13 anos, muito tempo para quem espera alguma coisa. Mas durante esse tempo José foi treinado para cumprir o propósito de Deus.
ð Deus escolhe pessoas dispostas a serem moldadas.
Mas Deus não poderia ter escolhido alguém que já estivesse preparado? Porque José?
Simplesmente porque José já tinha a habilidade de administrar, de governar, já tinha responsabilidade com as coisas, era apenas preciso moldar essas características até o ponto em que Deus queria. José conhecia a Deus, amava a Deus, e estava disposto a usar essas habilidades para a glória de Deus (41v 16). Deus poderia ter escolhido alguém sem capacidade alguma e ter moldado como Ele quisesse, mas Deus viu em José alguém disposto a usar o que tinha, para Deus.
O que temos em nossas mãos? Deus nos fez seres com talentos, habilidades, dons, para serem usados para glorificá-Lo! Podemos usar nossos talentos no dia-a-dia, até mesmo para desonrar o nome de Deus, mas se deixarmos esses talentos serem moldados pelo Pai, de forma a chegarmos ao propósito Dele em nossas vidas, vamos ver que podemos muito mais do que imaginamos.
Deus poderia ter deixado José lá em Hebrom, cuidando das coisas de seu pai, e José poderia estar contente com essa situação. Mas através da dor, e uma dor muito grande, que feriu muito José, porque aqueles homens eram seus irmãos, Deus moldou José, passo a passo, dia-a-dia, com calma, no tempo certo, no tempo Dele.
Deus não vai tirar de nós as habilidades, talentos, dons que nos deu, mas cabe a nós decidirmos se queremos ficar no estágio em que estamos, ou subir os degraus para chegar ao propósito de Deus em nossas vidas.
Olhos fixos
Um adolescente, após ter sido castigado por seus pais várias vezes, e chegado à conclusão de que não conseguiria se corrigir, dirigiu-se ao diretor do colégio e humildemente perguntou:
- Professor, o que devo fazer para não cometer esses erros novamente? Tenho me esforçado, mas não estou conseguindo!
- O mestre então, sabiamente, tomou um copo, encheu-o de água e entregou-o ao jovem, dizendo:
Filho, ande com esse copo por todo o colégio, entre em todas as salas, suba e desça todas as escadas,entre em todos os cantos e becos, nos jardins, no sótão e volte aqui sem derramar uma só gota dessa água.
- Impossível - disse o jovem - não vou conseguir!
- Se você quiser vai conseguir sim - disse o mestre.
O jovem saiu, devagar, com os olhos fixos no copo. Subiu e desceu escadas, entrou e saiu de salas, cantos e becos, sótão, jardins, e voltou sem ter derramado a água. O mestre olha-o, bate-lhe nos ombros carinhosamente e diz:
- Não viu as garotas que passeavam pelo jardim no horário de aulas? Os colegas que te convidam para um copo de bebida, ou uma tragadinha, um cigarrinho?
- Não - responde o jovem - eu estava com os olhos fixos no copo.
O mestre sorri, e diz:
Se você fixar os olhos em Deus, como fez com o copo, terá a força que tanto precisa para vencer as tentações e não cometerá mais as faltas pelas quais tem sido castigado.
Olha para Deus, e deixe-o ser o rumo da sua vida!
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“Ainda” – com essa palavra, João parece denunciar o ambiente de inquietação que se instalava entre os discípulos no meio do mar. Por mais que eles relutassem em tecer tais conjecturas, as altas ondas, o rijo vento, o barco afundando, a hora avançada, as forças mitigadas, o negrume da noite, todas as coisas pareciam apontar para um “atraso” divino, uma dessincronia entre a ação de Deus e as necessidades humanas, uma distração de Deus em face ao desespero humano. Diz o texto que, naquele momento de medo, pânico, perplexidade, e de total incapacidade de não atribuir a Deus a falibilidade humana, Jesus vem andando por sobre as águas e o Seu relógio marcava a quarta vigília da noite. Teria Deus perdido a hora? Dormido no ponto? Havia o relógio divino trabalhado descompensado com a hora do nosso sofrimento? Teria Ele abdicado do compromisso radical que tem com as nossas vidas? Não! Diz o texto enfaticamente: Ele veio na quarta vigília da noite. Por que? Porque é na quarta vigília que a noite se faz mais escura, as ondas mais revoltas e os ventos mais rijos em razão da proximidade do nascer do sol (o texto atesta esse fenômeno quando diz que neste período eles remavam com dificuldade porque “o vento lhes era totalmente contrário”). Como sempre, o relógio de Jesus estava rigorosamente pontual. Veio quando a escuridão era mais densa, as ondas mais encapeladas e os ventos totalmente contrários. O relógio de Jesus é assim: sincronizado com o nosso sofrimento e as nossas dores. Jamais chega atrasado em nossa vida para a manifestação de Sua graça e de Sua misericórdia. Jamais posterga o milagre esperado. Ele sempre aparece quando a noite se faz mais escura e os ventos são totalmente contrários. Talvez, muitos de nós estejamos, hoje, vivendo essa “síndrome do ainda”. Uma terrível sensação de que Deus perdeu a hora, Deus perdeu o bonde da história de nossa vida; um Deus atrasado em cumprir as Suas promessas. Talvez, muitos de nós estejamos nutrindo em nossas vidas essa idéia de um Deus distraído e incapaz de manifestar a Sua graça no tempo certo de nossos sofrimentos. Precisamos entender isto: o Relógio de Jesus nunca falha. Ele Sempre aparece. Quando as trevas forem mais densas, as ondas mais revoltas e se fizer a “quarta vigília da noite”, louvemos e cantemos ao Senhor. Porque está vindo ao nosso encontro.
Rev. José Kleber Fernandes Calixto
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SE O AMOR PUDESSE GRITAR
Letícia Thompson
Não sei dizer se é a falta do tempo, ou não querer perdê-lo, que nos leva a buscar coisas prontas ou pelo menos que nos dêem o menos trabalho possível. É como se quiséssemos cortar caminho para chegar ao mesmo ponto que o coração visa.
No nosso relacionamento com outras pessoas temos também uma certa tendência a, ao invés de construir relações, querer encontrar coisas feitas, situações prontas e que nos dêem segurança. Construir significa ter trabalho, empenhar-se, dar de si e, por que não, ceder e perder-se um pouco na busca de um encontro profundo.
Nos lamentamos pelo que não foi construído para nós e nos esquecemos do nosso poder de reparar, recuperar e reconstruir. Se temos um sonho, por que esperar que outros ponham as escadas no caminho para que subamos às nuvens? Colocando, nós, cada degrau, saberemos onde estaremos pisando.
Aquilo que exige de nós tempo e esforço merecerá uma alegria muito maior no dia da conquista.
Uma das histórias reais e mais bonitas que conheço é essa dessa filha que foi abandonada pela mãe quando criança. Ela cresceu com o sonho de ter uma mãe e já na idade adulta procurou pela mesma, colocando de lado todos os porquês de tanto abandono, de tantos anos de dor e solidão. Ela "decidiu" ter a mãe e tem. Cuida dela como se fosse a flor mais linda e preciosa do mundo, por que ela conhece o que é desejar e não ter e escolheu não viver a vida lamentando-se pelo tempo perdido. Constrói álbuns à partir do tempo que recuperou, vai acumulando lembranças para o dia do amanhã e saudade sincera para o possível dia da partida. Penso que abençoada é essa mãe e preciosa é essa filha. Precioso é esse ser humano.
Nossas razões nos colocam limitações. Os erros alheios nos parecem imperdoáveis e punidos somos nós pela rejeição da construção de uma vida diferente e nova, os quais seríamos o arquiteto, pedreiro e feliz proprietário.
Quando deixamos de falar com uma pessoa porque nosso coração ficou ferido, vamos colocando a felicidade num passo a frente e aquele momento de zanga fica perdido. Se tínhamos dez oportunidades de sermos felizes, teremos apenas nove porque nosso coração foi orgulhoso demais e isso falou mais alto.
Toda felicidade não é utopia. Utopia é pensar que permanecendo na nossa dureza e guardando nossas razões estaremos ganhando alguma coisa. Sonhos não são quimeras, são desejos que nosso coração pode realizar.
Se o amor pudesse sempre gritar, se ele pudesse segurar nosso rosto para a direção do sol e das flores, seríamos mais felizes, menos sérios, menos graves, mais leves, mais próximos do céu.
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Esta história aconteceu recentemente na Província de Manitoba, no Canadá e foi documentada por um fotógrafo.
Os huskies siberianos estavam indefesos, presos na coleira quando de repente lhes surge um imenso urso polar...
Mas, o inacreditável aconteceu, para a felicidade dos huskies o urso queria só... brincar...
E ainda tem gente que pensa que a paz é impossível... |
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